O líder da oposição na Assembleia Legislativa, deputado estadual Venâncio Fonseca (PP), ocupou a tribuna na manhã da terça-feira (17), para fazer um pronunciamento duro contra o governo do Estado. Para ele, as áreas da Saúde e Educação estão sem recursos para oferecer qualidade nos serviços prestados à sociedade sergipana.
O deputado estadual aproveitou para cobrar que a classe médica seja respeitada e tenha seus salários pagos, “pois o médico é trabalhador como qualquer outro e precisa receber seu salário, que está atrasado há quatro meses”, observou Venâncio Fonseca. O parlamentar lamentou o fato de vários pacientes, que buscam atendimento nos hospitais estaduais, terem que esperar horas nas filas.
Venâncio Fonseca definiu a situação da saúde do Estado como caótica e afirmou que pronto-socorro é sinônimo de urgência e quem procura atendimento nestas instituições precisa ter prioridade. “A situação dos pobres e da classe carente é triste. Quem precisa está sofrendo demais. Os médicos sem receber salários.
O Estado está falido. Falta remédio, falta qualidade e agora não tem médicos. A fundações, que foram criadas como promessa para resolver esta questão, não conseguem nada”, criticou o deputado, que estendeu suas críticas à Educação. Em tom irônico, Venâncio Fonseca disse que o governo do Estado deu um “presente”, para o vice-governador Belivaldo Chagas, que assumiu a Secretaria de Estado da Educação, “que está falida”, arrematou o deputado estadual.
O parlamentar disse que os veículos que prestam serviço de transporte escolar estão há quatro meses sem receber o pagamento. “Deram a educação para Belivaldo não ser candidato à reeleição. Deram uma secretaria quebrada, falida e loteada para ele. Quebraram a Saúde e a Educação do Estado. Uma tragédia”, questionou Venâncio Fonseca, ao encerrar seu pronunciamento na tribuna da Assembleia Legislativa.
Fonte: Plenário – a notícia agora (Mônica Azevedo, da Agência Alese)















